Algas na alimentação: tipos, benefícios e como incluir no cardápio

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Muitas algas, ou ervas marinhas, fazem parte das PANC’s (plantas alimentícias não convencionais) e quem já está habituado com a culinária japonesa já deve ter provado pelo menos uma, dos 7 tipos de algas comestíveis que vou mostrar aqui: a Nori, aquela que envolve o sushi. Ela pode ser a mais famosa para nós, mas não é a única fica em sabor e nutrientes.
Ao contrário do que se imagina, as algas têm pouco sal, além de serem pobres em calorias e gorduras. Menos de 6% do peso da alga seca é gordura e 50% dessa gordura é ômega 3 e 6. Maravilha! 😀

As algas podem muitas vezes serem usadas como suplementos ou até mesmo alimentos substitutos para quem escolhe uma vida vegetariana ou vegana. O motivo? Umas possuem até 14 vezes mais cálcio que o leite animal. Outras, são fontes de proteínas. Todas possuem iodo, que ajuda a regular a tireoide. Ah! E a maioria garante sensação de saciedade e ajudam a emagrecer.

Incluí-las no cardápio é fácil, muitas são vendidas prontas para consumir, outras precisam apenas de cozimento rápido (na maioria ao vapor) e para quem tem dificuldades em incluir alimentos diferentes na alimentação, um alento: elas podem ser encontradas em pó ou até cápsulas.

Porém, um alerta! Mesmo que as algas sejam aparentemente simples de serem encontradas e colhidas, o ideal é procurar comer algas em ambientes especializados.

Separei os 7 tipos comestíveis mais “comuns” de serem encontrados. Vejam abaixo os tipos, benefícios de cada uma e sugestão de consumo!!

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MICHELLE FRANZONI

Amo a vida saudável, viajar, decoração, jardinagem e muito mais! Sou fisioterapeuta, artista visual, e Doutora em Gestão do Conhecimento. No Blog da Mimis você encontrará um pouquinho de cada coisa que eu gosto!

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